BOAS VINDAS
domingo, 20 de maio de 2012
APRESENTAÇÃO DO LIVRO - FRANCISCO DE BARROS, SENHOR DA CASA DE SAMAIÕES
segunda-feira, 14 de maio de 2012
APRESENTAÇÃO DO LIVRO SOBRE UM ILUSTRE FLAVIENSE.
domingo, 14 de agosto de 2011
MARECHAL FRANCISCO DE BARROS MORAIS ARAÚJO TEIXEIRA HOMEM - UM HOMEM DE MÉRITO
Auguste de Saint - Hilaire (1779-1853) foi um notável botânico francês que a propósito de uma viagem realizada em 1820 ao Brasil no âmbito dos estudos que lá pretendia realizar, escreveu um livro intitulado "Viagem a Curitiba e Província de Santa Catarina", recentemente editada, em 1978, pela editora Itatiaia, de Belo Horizonte.
" Entre os governantes que para ali foram enviados até ser proclamada a independência do Brasil, alguns foram pouco estimáveis e até mesmo tiranos, enquanto outros tiveram conduta bastante meritória. Entre estes últimos devem ser incluídos sobretudo (...) Francisco de Barros Morais Araújo Teixeira Homem, que embora já com idade avançada de oitenta anos*, soube cumprir todos os seus deveres, governando com justiça e prudência, estimulando o comércio e fundando um hospital para pobres.É de lamentar que, para honra de Portugal, nenhum destes estimáveis homens estivesse à frente do governo de Santa Catarina quando as tropas espanholas atacaram a ilha (...)"
"Ao lado da capela, localiza-se um hospital onde, à época, da minha viagem, eram tratados os militares da guarnição mas que habitualmente se destinavam a doentes pobres da região (...). Foi homem de grande mérito o governador Francisco de Barros Morais Araújo Teixeira Homem que, no último quartel do século passado, fundou com o nome de Hospital da Caridade a Casa de Saúde do Menino Deus (...)"* Existe claramente um erro do autor já que o meu avô foi governador de Santa Catarina entre os 59 e 66 anos de vida vindo a falecer com 84 anos
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A MINHA AVÓ MARIA D´ASSUNÇÃO
De seu nome completo Maria D´Assunção de Abreu Castelo Branco, natural de Fornos de Algodes onde nasceu em 07 de Agosto de 1891 e era filha de Manuel Nicolau de Abreu Castelo-Branco, 3º conde de Fornos de Algodres (nascido em 26.07.1839) e de Maria da Assunção Rosa Brázea do Perpétuo Socorro de Almeida Correia de Sá (nascida em 10.08.1860).
Viria a casar com Francisco de Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem (nascido em 27.07.1889), em Coimbra, Sé Nova, em 24.01.1921.
Na primeira fotografia, era ainda uma jovem adolescente, talvez próxima dos 20 aninhos. Na segunda foto, por volta de 1966, perto de 75 anos.
Mas sempre como a conheci, com um ar doce e muito terno. Um anjo.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A DESCENDÊNCIA PORTUGUESA DE EL-REI D. JOÃO II
A DESCENDÊNCIA PORTUGUESA DE EL-REI D. JOÃO II
sexta-feira, 3 de junho de 2011
FRANCISCO DE BARROS MORAIS ARAÚJO TEIXEIRA HOMEM
Marechal de Campo (? - 1791)
quarta-feira, 30 de março de 2011
A FAMÍLIA TEIXEIRA HOMEM
domingo, 27 de julho de 2008
LOSADA (ou LOUSADA) - TOMBO HERÁLDICO(1)
Brasonam-se: Cortado (2):
2 Nesta pedra de armas o traço do cortado não é visível, talvez por estar sob a espada ou por ter sido mal interpretado o desenho, uma vez que as duas partes do escudo têm a mesma cor.
LOSADA (ou LOUSADA) - TOMBO HERÁLDICO(2)
5. Comentário:
A pedra de armas, embora com um elmo sobredimensionado, tem equilíbrio e uma certa elegância. As plumas do timbre, dado o pouco espaço disponível dentro da moldura, estão deitadas, distinguindo-se com dificuldade. Julga-se que seriam três.
A identificação das armas não é fácil porque esta composição é muito pouco conhecida. Com efeito, as armas tradicionais dos Lousada (família originária da Galiza) são muito diferentes destas e incluem uma ou mais lousas (armas falantes, portanto) sobre dois ou mais lagartos.
No entanto, alguns dos Losada que passaram a Portugal adoptaram armas muito diferentes. Braamcamp Freire (A.P.) refere a existência de armas de Lousada com composição análoga a estas, de Paradela, descrevendo-as como segue — cortado: o 1 de vermelho, leão de ouro com uma espada na garra dextra; o segundo de vermelho com cinco crescentes de prata deitados. Como se vê, a diferença está na cor do escudo e na disposição das peças, que está invertida.
-------------------
2 É o codice no 1119 da B NL pag 137 verso
LOSADA (ou LOUSADA) - TOMBO HERALDICO(3)
Ambos com descendência descrita nas obras já mencionadas (4)
7. Bibliografia:
-------------------
4 Para as últimas gerações ver o Anuário da Nobreza de Portugal, III, tomo 11, 1985, pág. 771 e 772
TEIXEIRA - TOMBO HERÁLDICO (2)
Timbre — um cavalo deitado (?).
I e IV — TEIXEIRA — De azul, cruz potenteia de ouro, vazia do campo (2).
TEIXEIRA - TOMBO HERÁLDICO (2)
6. Identificação da família:Um dos mais notáveis flavienses do século XVI foi Martim Teixeira, o velho, que viria a ser um dos principais progenitores da fidalguia transmontana dos séculos seguintes.
Martim Teixeira faleceu em 1557 e, tendo instituído uma capela, jazia na colegiada de Chaves em sepultura armoriada com as armas de Teixeira.
Do seu casamento com Francisca Rodrigues teve nove filhos de que ficou larga geração. Dois deles — Leonardo Teixeira e Isabel Gomes Teixeira — casaram, a troco, com filhos de Francisco da Costa Homem, fidalgo da Casa do Duque de Bragança e Alcaide Mor dessa cidade, e de sua mulher D. Catarina de Figueiredo.
Leonardo Teixeira, que foi chanceler da comarca de Chaves, casou com D. Antónia de Figueiredo; Isabel Gomes Teixeira casou com Fernão da Costa Homem, irmão portanto de sua cunhada. Estes dois casais tiveram muita descendência, entre a qual as famílias Teixeira Homem, Teixeira de São Paio, Leite Chaves, Teixeira de Magalhães, Moraes Castro, Costa Homem e Pereira do Lago.
Esta pedra de armas da Rua Direita só pode ter sido mandado gravar por um descendente de um destes dois casais. Não se conhece carta de brasão que lhe diga respeito. Nestas circunstâncias, e na impossibilidade de encontrar documento ou registo da construção da casa, a identidade de quem mandou gravar a pedra apenas poderá ser deduzida através da heráldica, da genealogia e da cronologia.
O facto de terem sido colocadas as armas de Teixeira nos 1º e 4º quartéis e a opção pelo timbre dos Teixeira leva a crer que esse apelido vinha por varonia.
A escolha da diferença, por sua vez, indicia que as armas vinham por pai e avô paterno (8). Tratar-se-ia pois de um descendente de Leonardo Teixeira, por varonia. Sabe-se que este terá nascido cerca de 1519 e vivia ainda em 1592 (9). Uma vez que a pedra data do século XVII é muito provável que tenha sido um seu neto ou bisneto quem ordenou a gravação.
TEIXEIRA - TOMBO HERÁLDICO (3)
Vejamos pois a genealogia descendente de Leonardo Teixeira até aos seus bisnetos, seguindo apenas as linhas de varonia:
1 — Leonardo Teixeira
Teve ordens menores em Braga a 19 de Setembro de 1529. Foi Chanceler da Comarca de. Chaves. Casou com D. Antónia de Figueiredo, filha de Francisco da Costa Homem, Alcaide Mor de Bragança, e de sua mulher D. Catarina de Figueiredo, de Viseu. Tiveram:
2 (II) — Francisco da Costa Homem Teixeira, Chanceler. Teve um filho Sacerdote e várias filhas.
Foi Comendador de S. Nicolau de Carrazedo de Montenegro. Casou com D. Francisca Alvares Veloso, filha de António Alvares Veloso, Abade de Eiró. Tiveram:
1 (III) — Leonardo Teixeira Homem. Foi Cavaleiro Fidalgo. Casou com D. Joana de Castro e teve, como únicos filhos varões, os Padres Martim Teixeira Homem e Pascoal Teixeira(10).
2 (III) — Francisco Teixeira Homem. Casou com sua prima D. Maria de Moraes, neta de Fernão da Costa Homem e Isabel Gomes Teixeira, atrás referidos. Tiveram, como único filho varão, Fr. Francisco de Chaves.
3 (III) — João Teixeira Homem. Foi soldado na Índia e aí faleceu, solteiro.
4 (III) — Gonçalo Teixeira Homem. Casou com Isabel Mendes, filha de Manuel de Araújo Negreiros e Violante de Queiroga. Tiveram:
1 (IV) — Francisco Teixeira. Sendo soldado, faleceu em Orense, solteiro.
2 (IV) — João Teixeira Homem. Foi Sargento Mor da Ordenança em Chaves. Casou com Joana Padrão, filha de Pedro Barreira Loução e Francisca Alvares. Tiveram descendência.
3 (IV) — Manuel Teixeira Homem. Casou com Francisca de Barros, filha de Baltazar de Barros Pimentel. Tiveram geração (11).
4 (IV) - Martim Teixeira Homem. Casou com Mariana da Fonseca, filha do Dr. Francisco da Fonseca e de Gracia Mendes de Sá. Tiveram geração.
De acordo com as genealogias mais completas e seguras (12) estes são os netos e bisnetos de Leonardo Teixeira, sem quebra de varonia. Se foi respeitado o Regimento da Armaria no desenho e gravação da pedra, um destes terá sido o dono da casa. Embora- todos igualmente prováveis, se entrarmos em consideração com a continuidade da ligação com Chaves, teremos que admitir maior probabilidade para os netos Francisco — 2 (III) — e Gonçalo — 4 (III) — e para os bisnetos João — 2 (IV) — Manuel — 3 (IV) — e Martim 4 (IV).
7. Bibliografia e Fontes documentais:
Além da indicada nas notas:
— A.N.T.T. — Habilitações para o Santo Ofício, António, maço 3, dil. 131, ano 1624. Francisco, maço 16, dil. 473, ano 1678.
— A.D.B. — Habilitações de Genere — Francisco Teixeira de Castro, ano 1706.
— F.G. — tomo XXVII, título Teixeira, § 13, 50, 51, 52 e 79. Costados, tomo 4, árv. 21.
— G.M., op. cit., título 9.
— Luís de Meio Vaz de São Payo, Famílias de Chaves — I, in Raízes e Memórias, n.° 12.
Lisboa. Junho de 1996.
10 De uma irmã destes padres, D. Maria Teixeira de Moraes, descende a família Barros de Samaiões e Paradela.
11 J.G. Calvão Borges, Barros de Carrazedo de Montenegro, fidalgos e cristãos novos, Santo Oficio e estatuto social no Trás-os-Montes dos séculos XVII e XVIII. Sep. de Armas e Troféus. Lisboa, 1983.
12 Baseando-se essencialmente em EM.S., a genealogia apresentada apoia-se também em Habilitações de Genere e Habilitações para o Santo Ofício.
BARROS - TOMBO HERÁLDICO (1)
quinta-feira, 27 de março de 2008
CASA DAS FIDALGAS EM SANTAR
Filho de D. Maria dos Prazeres Ferreira Cabral de Sousa e Menezes e seu marido,
João da Silveira Pinto da Fonseca, herdou de suas primas terceiras D. Ana e D. Margarida Branca de Sousa e Alvim de Lemos, esta quinta/palácio de Santar, que deixou depois em testamento ao senhor D. Duarte, Duque de Bragança.Quem entre em Santar vindo de Canas de Senhorim ou Carvalhal Redondo, ao encontrar umas adegas, está a entrar na zona de interesse histórico de Santar.
Ao sair da Igreja, antes de continuar, existe um cruzeiro e, no muro existe um arvoredo que já faz parte da vedação da Casa das Fidalgas, hoje pertença de D. Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e residência oficial do Duque de Viseu, D. Miguel
A quinta tem árvores centenárias.
A Casa das Fidalgas sofreu já algumas transformações arquitectónicas. Dizem que teve uma Torre, que foi demolida por D. Rui, razão de ao local ainda hoje se chamar de Torre, Fonte da Torre e Largo da Torre.
SOLAR DE Nª Sª DA PIEDADE
domingo, 4 de novembro de 2007
A MINHA AVÓ MATERNA CESALTINA
Leontina dos Anjos Seixal, doméstica, naturais da freguesia de Nossa Senhora do concelho de Olhão, diocese do Algarve, recebidos paroquialmente e moradores nesta de Santo Adrião, neta paterna de António Viegas Seixal e de Maria da Conceição Seixal e materna de António dos Santos Almeida e de Maria dos Santos Gaivota.
Foi padrinho Manuel dos Santos Frota, casado, marítimo e madrinha, Maria do Carmo Gonçalves Lopes, solteira, doméstica, moradores nesta freguesia, os quais todos sei serem os próprios.
E para constar, lavrei em duplicado este assento, que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos que comigo assinaram, supra Manuel Santos Frota, Maria do Carmo Gonçalves Lopes e o pároco, Padre Francisco Alexandrino Duarte de Miranda
(*) - A minha avó Cesaltina, sempre festejou a sua data de nascimento a 20 de Setembro tendo como ano o de 1907
O CASAMENTO DOS MEUS AVÓS MATERNOS - JOSÉ CARLOS E CESALTINA
naturais de Olhão, diocese do Algarve. À margem do assento, consta ainda o averbamento de que o casamento "ficou dissolvido por falecimento do conjuge marido ocorrido em Lisboa, freguesia de S. Domingos de Benfica, no dia 22.03.1969
domingo, 16 de setembro de 2007
A MINHA MÃE

quarta-feira, 13 de junho de 2007
"VIDA DE JESUS CRISTO SENHOR NOSSO" e "OBSERVAÇÕES A ALGUNS NUMEROS DA HISTÓRIA DE DEUS"
Esta mesma informação repete-se na página seguinte quando se pode ler "A Ortografia agradará a poucos e em muitas cousas parecerá a todos errada."


