BOAS VINDAS

Benvindos a este espaço! Esta é uma página estritamente familiar, aberta a todos aqueles, familiares ou não, que de alguma forma queiram contribuir com o que sabem e conhecem ou simplesmente tenham meras curiosidades e questões que pretendam levantar. Tudo o que diga respeito ou se relacione com a família do meu pai ou da minha mãe, será sempre objecto da minha atenção.

sábado, 20 de dezembro de 2014

quarta-feira, 8 de maio de 2013

No dia da Mãe ...



... recordações e saudade de uma mãe bonita e a melhor do mundo !!


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

D. PEDRO II de BRAGANÇA, REI DE PORTUGAL


Este ramo de D. Pedro II, é igualmente do lado da minha avó Maria da Assunção, pese embora, esta fosse prima do meu avô Francisco, com quem casou no dia 23 de Janeiro de 1921, em Coimbra.





D. Pedro II de Portugal (Lisboa26 de Abril de 1648 — Alcântara9 de Dezembro de 1706). Foi Rei de Portugal, de 1683 até sua morte, sucedendo ao irmão Afonso VI, vindo já exercendo as funções de regente do reino desde 1668, devido à instabilidade mental do irmão, D. Afonso VI. Está sepultado no Panteão dos Braganças em São Vicente de Fora. Morreu na Quinta de Alcântara, ou Palácio da Palhavã, de apoplexia. Tinha 58 anos e estava doente apenas há quatro dias.

Terceiro filho do rei João IV de Portugal e de Dona Luísa de Gusmão, foi Senhor da Casa do Infantado. Cognominado de O Pacífico, porque em sua regência que se fez a paz com a Espanha (em 1668).
Regente de 1667 a 1683, chegou ao poder por golpe de Estado no qual em 27 de janeiro de 1668 depôs o irmão Rei Afonso VI de Portugal. Foi rei por morte deste em 12 de setembro de 1683. Governou portanto de facto de 1667 a 1706. Implacável com o irmão, além de o encarcerar em Sintra, deflagrou processo de anulação do casamento com Maria Francisca Isabel de Sabóia, alegando a não-consumação, por inaptidão do rei em sua relação com mulheres, obtendo de Roma e dissolução e casando-se com a cunhada.


Casamentos e descendência
  • De Maria Sofia, condessa palatina de Neuburgo teve sete filhos. Casaram-se em Lisboa em 11 de agosto de 1687. Maria Sofia Isabel de Neuburgo ou de Wittelsburgo nascera no castelo de Benrath, Neuburgo, em 6 de agosto de 1666 e morreu em 4 de agosto de 1699 em Lisboa, aos 33 anos. Era condessa palatina de Neuburg; filha de Filipe Guilherme (1615-1690) de Neuburg-Wittelsburgo, em 1685 Duque de Neuburgo, Eleitor do Palatinado ou seja, conde e Eleitor palatino do Reno, e de Elizabeth Amalia de Hesse-Darmstadt (1635-1709) filha de Jorge, Príncipe de Hesse-Darmstadt.
D. Pedro teve ainda três filhos naturais:
3 - José de Bragança (1703-1756), arcebispo de Braga, doutor em Teologia

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Fernão de Magalhães ...!!

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Fernão de Magalhães




Fernão de Magalhães 

Nascido em família nobre, foi um navegador português, provavelmente nascido em Sabrosa, talvez na primavera de 1480 e falecido em combate em Cebu, Filipinas, a 27 de Abril de 1521.
Magalhães era inquieto por natureza: queria ver o mundo e explorá-lo. Em 1506 viajou para as Índias Ocidentais, participando de várias expedições militares nas Molucas, também conhecidas como as Ilhas das Especiarias
Ao serviço do rei de Espanha, planeou e comandou a expedição marítima que efectuou a primeira viagem de circum-navegação ao globo. Foi o primeiro a alcançar a Terra do Fogo no extremo Sul do continente Americano, a atravessar o estreito hoje conhecido como Estreito de Magalhães e a cruzar o Oceano Pacífico, que nomeou. Fernão de Magalhães foi morto em batalha em Cebu, nas Filipinas no curso da expedição, posteriormente chefiada por Juan Sebastián Elcano até ao regresso em 1522
Era filho de Rui de Magalhães e de Inês Vaz Moutinho. Irmão de Duarte de Sousa, Diogo de Sousa, Isabel de Magalhães, Genebra de Magalhães e Aires de Magalhães. Aires de Magalhães, que seguiu uma carreira eclesiástica, recebeu ordens de epístola em 1509 em Braga e, nessa matrícula, seus pais acima nomeados são ditos moradores na Sé do Porto. Seu pai, Rui de Magalhães, foi cavaleiro fidalgo da casa de D. Afonso, conde de Faro, senhor de Aveiro e alcaide mor de Estremoz. Rui de Magalhães terá sido alcaide de Aveiro onde está documentado em 1486. Entre Junho de 1472 e Junho de 1488 está documentado no Porto onde exerce os cargos de juiz ordinário, procurador da câmara e vereador. Foram seus avós maternos Pedro Vaz Moutinho, cidadão do Porto, cidade onde foi vereador, e Inês Gonçalves de Mesquita. Tinha cerca de dez anos quando Magalhães se tornou pagem da corte da Rainha D. Leonor, consorte de D. João II. Casou em Sevilha em Dezembro de 1517 com Beatriz Barbosa, sua parente, filha de Diogo Barbosa e de Maria Caldeira, e teve dois filhos: Rodrigo que faleceu muito novo e Carlos que faleceu ao nascer.
Em Março de 1505, com 25 anos, alistou-se na Armada da Índia, na frota de 22 navios enviada para instalar D. Francisco de Almeida como primeiro vice-rei da Índia. Embora o seu nome não figure nas crónicas, sabe-se que ali permaneceu oito anos, e que esteve em GoaCochim e Quíloa. Participou em várias batalhas, incluindo a batalha naval de Cananorem 1506, onde foi ferido, e a decisiva batalha de Diu. Em 1509 partiu com Diogo Lopes de Sequeira na primeira embaixada a Malaca, onde seguia também Francisco Serrão, seu amigo e possivelmente primo. Chegados a Malaca em Setembro, foram vítimas de uma conspiração e a expedição terminou em fuga, na qual Magalhães teve um papel crucial avisando Sequeira e salvando Francisco Serrão que havia desembarcado. Para trás ficaram dezanove prisioneiros. A sua actuação valeu-lhe honras e uma promoção.
Ao serviço do novo governador, Afonso de Albuquerque, participou junto com Serrão na conquista de Malaca em 1511. Após a conquista da cidade os seus caminhos separaram-se: Magalhães promovido, com um rico saque e na companhia de um escravo malaio, regressou. Serrão partiu na primeira expedição enviada às "ilhas das especiarias", nas Molucas. Aí permaneceu e casou com uma mulher de Amboina, tornando-se conselheiro militar do sultão de Ternate (Indonésia). As suas cartas para Magalhães seriam decisivas, que dele obteve informações quanto à situação dos lugares produtores de especiarias. Fernão de Magalhães, após se ausentar sem permissão, perdeu influência. Em serviço em Azamor (Marrocos) foi depois acusado de comércio ilegal com os mouros, com várias das acusações comprovadas cessaram as ofertas de emprego a partir de 15 de Maio de 1514. Mais tarde, em 1515, surgiu uma oferta para membro da tripulação de um navio de Português, mas Magalhães rejeitou-a. Em Lisboa dedicou-se a estudar as mais recentes cartas, investigando uma passagem para o pacífico pelo Atlântico Sul e a possibilidade de as Molucas estarem na zona espanhola definida pelo Tratado de Tordesilhas, em parceria com o cosmógrafo Rui Faleiro.

Em 1517 foi a Sevilha com Rui Faleiro, tendo encontrado no feitor da "Casa de la Contratación" da cidade um adepto do projecto que entretanto concebera: dar a Espanha a possibilidade de atingir as Molucas pelo Ocidente, por mares não reservados aos portugueses no Tratado de Tordesilhas e, além disso, segundo Faleiro, provar que as ilhas das especiarias se situavam no hemisfério castelhano.

Com a influência do bispo de Burgos conseguiram a aprovação do projecto por parte deCarlos V, e começaram os morosos preparativos para a viagem, cheios de incidentes; o cartógrafo de origem portuguesa Diogo Ribeiro que começara a trabalhar para Espanha em 1518, na Casa de Contratación em Sevilha participou no desenvolvimento dos mapasutilizados na viagem. Depois da ruptura com Rui Faleiro, Magalhães continuou a aparelhagem dos cinco navios que, com 256 homens de tripulação, partiram de Sanlúcar de Barrameda em 20 de Setembro de 1519. A esquadra tinha cinco navios e uma tripulação total de 234 homens, com cerca de 40 portugueses entre os quais Álvaro de Mesquita, primo co-irmão de Magalhães, Duarte Barbosa, primo da mulher de Magalhães, João Serrão, primo ou irmão de Francisco Serrão e Estevão Gomes. Seguia também Henrique de Malaca.

Antonio Pigafetta, escritor italiano que havia pago do seu próprio bolso para viajar com a expedição, escreveu um diário completo de toda a viagem, possibilitado pelo fato de Pigafetta ter sido um dos 18 homens a retornar vivo para a Europa. Dessa forma, legou à posteridade um raro e importante registro de onde se pode extrair muito do que se sabe sobre este episódio da história.

A armada fez escala nas ilhas Canárias e alcançou a costa da América do Sul, chegando em 13 de Dezembro ao Rio de Janeiro. Prosseguindo para o sul, atingiram Puerto San Julian à entrada do estreito, na extremidade da actual costa da Argentina, onde o capitão decidiu hibernar. Irrompeu então uma revolta que ele conseguiu dominar com habilidosa astúcia. Após cinco meses de espera, período no qual a "Santiago" foi perdida em uma viagem de reconhecimento, tendo os seus tripulantes conseguido ser resgatados, Magalhães encontrou o estreito que hoje leva seu nome, aprofundando-se nele. Em outra viagem de reconhecimento, outra nau foi perdida, mas desta vez por um motim na "San Antonio" onde a tripulação aprisionou o seu capitão Álvaro de Mesquita, primo de Magalhães, e iniciou uma viagem de volta com o piloto Estêvão Gomes (realmente estes completaram a viagem, espalhando ofensas contra Fernão de Magalhães na Espanha).

Apenas em Novembro a esquadra atravessaria o Estreito, penetrando nas águas do Mar do Sul (assim baptizado por Balboa), e baptizando o oceano em que entravam como«Pacífico» por contraste às dificuldades encontradas no Estreito. Depois de cerca de quatro meses, a fome, a sede e as doenças (principalmente o escorbuto) começaram a dizimar a tripulação. No Pacífico que encontrou as nebulosas que hoje ostenta o seu nome - as nebulosas de Magalhães.

Em Março de 1521, alcançaram a ilha de Ladrões no actual arquipélago de Guam, chegando à ilha de Cebu nas actuais ilhas Filipinas em 7 de Abril. Imediatamente começaram com os nativos as trocas comerciais; boa parte das grandes dificuldades da viagem tinham sido vencidas. Dias depois, porém, Fernão de Magalhães morreu em combate com os nativos na ilha de Mactan, atraído a uma emboscada.

A expedição prosseguiu sob o comando de João Lopes Carvalho, deixando Cebu no início de Março de 1522. Dois meses depois, seria comandada por Juan Sebastián Elcano.

Cronologia



UM MORGADIO FLAVIENSE

Santo Estevam de Fayoens 
um morgadio flaviense



Edições Vieira da Silva


Nesta antiga povoação medieval, foi no século XVII instituído um Morgadio/ Vínculo pela Família COELHO, ligada aos Fontoura, Melo, Teixeira e outras.
Sabe-se da existência deste Morgadio/ Vínculo, através da Escritura de Património Eclesiástico do Rev.mo P.e Francisco Coelho Fontoura, pois nela as diversas testemunhas indagadas pelos Oficiais Eclesiásticos narram, declarando existir, uma antiga Capela com bens encapelados, na nomeada povoação antiga. Nesse mesmo Processo, existe uma transcrição do testamento do instituidor e o que as testemunhas relatam vem corroborar a existência desta transmissão, de geração em geração. Pela genealogia, foi possível relacionar as pessoas indicadas, aos dados obtidos através da documentação. O nome do Morgadio/ Vínculo será designado por «Morgadio de São Bartolomeu» ou «Morgadio do Castanheiro».
Investigações foram feitas na Torre do Tombo (DGARQ/ TT), Arquivo Distrital de Braga, Arquivo Distrital de Vila Real, Arquivo de Salamanca e na Santa Casa da Misericórdia de Chaves, além de outras obras compulsadas…
Esta monografia conta com vários capítulos, nos quais se pretendeu desenvolver investigação sobre a Província de Trás-os-Montes e Alto Douro, com especial ênfase para a região Flaviense, no que toca a notas genealógicas e outras e dar a conhecer algo inédito – no panorama genealógico e de historiografia local – que vai, certamente, enriquecer esta região muitas vezes esquecida…

domingo, 20 de maio de 2012

DESCENDÊNCIA DOS MARQUESES DE POMBAL

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Editora: Tipografia Costa Carregal
Ano da Edição: 1937
Volumes: 1

Páginas -141-145

CAPÍTULO 36

2ª Linha de Paes de Sande e Castro

António Paes de Sande e Castro filho de Dona Leonor Maria Correia de Sá (Cap. 31, IV). N. 27-3-1834, Casa do Cabo, S. João da Pesqueira e f 3-11-1903, Casa de Samaiões, Chaves Bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, administrador do Concelho de Almada, secretário-geral do distrito de Faro (1863-1864), governador civil dos distritos de Vila Real (1865) e da Guarda (1867), Deputado da Nação, Comendador da Ordem de Cristo, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real. El-Rei o Senhor Dom Pedro V deu-lhe a medalha da febre-amarela, que António Paes prezava mais do que todas as outras honras. Tinha sido dos poucos que haviam ficado em Lisboa tratando dos enfermos. Foi Juiz dos Tribunais Mistos do Egipto, cargo que exerceu com invulgar competência em Mansoura e no Cairo. No último ano da sua permanência foi-lhe oferecida a situação categorizada de «Conseiller à la Cour» que não aceitou por se achar doente e com tenção de abandonar o seu lugar de juiz, crendo, em seu entender, que outro seu compatriota estaria em condições de dignificar mais Portugal. Como juiz de tribunal misto tinha honras de representante diplomático. C. 1ªs n. 23-1-1856 c.

Dona Maria da Penha do Resgate de Brito e Lacerda N. 23-10-1827, f 28-2-1859, filha de João de Brito Pereira Pinto Guedes e de Dona Maria da Luz de Figueiredo Melo de Bulhões Lemos de Castelo Branco, neta paterna de António Maria de Brito Pacheco de Vilhena e de Dona Antónia Leonor Pereira Pinto Guedes de Ataíde Portugal e materna de Nicolau Xavier de Figueiredo Melo de Bulhões Lemos Castelo Branco, 1.° Barão de Beduído e de (sua prima) D. Maria da Penha da França Pereira de Lacerda C. 2ªs n. 16-4-1863, igreja da Pena, Lisboa, c.

Dona Maria Amélia Serrão Borges N. 5-9-1840, Lisboa f 25-5-1909, rua da Estrela, Lisboa filha de Diogo António Borges da Silva e de Dona Iria João Serrão, neta paterna de José António Borges da Silva e de (sua prima) Dona Luísa Josefa Borges da Silva e materna de João Serrão e de Dona Joaquina Angélica da Costa.

Filhos (do 1. ° matrimónio):

6 Dona Maria da Luz Paes de Sande e Castro (segue sob n.º VI, neste Cap.)

6 Manuel Paes de Sande e Castro N. 19-2-1859 f solteiro, Foz do Douro
(do 2. ° matrimónio):

6 João Leme de Sande e Castro N. 30-5-1864 f 1-10-1892, Baía, Brasil. Chanceler do Consulado e vice-cônsul na Baía.

6 Dona Maria Cristina Paes de Sande e Castro N. 8-1-1866, casa do Cabo, S. João da Pesqueira e f de 9 anos em Lisboa

6 Dona Maria Leonor Paes de Sande e Castro, c. c.
Manuel de Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem (seguem sob n.° VI,cap. 37).

6 Dona Maria Amélia Paes de Sande e Castro N. 25-5-1868.


VI Dona Maria da Luz Paes de Sande e Castro N. 10-11-1856

C. c. Jacinto de Freitas Lomelino S. g.


CAPÍTULO 37

Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem

VI Dona Maria Leonor Paes de Sande e Castro filha de António Paes de Sande e Castro (Cap. 36, V). N. 8-5-1867, C. 22-11-1886, igreja de Massarelos, Porto, c. Manuel de Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem N. 16 -3-1835, Casa de Agrelos, SM Cruz do Douro e f 4-1-1916 Casa de Samaiões, Chaves.

Fidalgo Cavaleiro da Casa Real, Senhor das quintas de Eiriz e de Fontelo, Baião, e da Casa de Cedofeita, no mesmo concelho. Em sucessão a seu tio Francisco de Barros Teixeira Homem foi Senhor das Casas de Samaiões, Bairro Alto e Teixeira Homem, das quintas do Jinso e Santa Cruz e muitas outras, último Senhor da Casa de Quiraz, 11º do Morgado dos Araújos (Chaves), 12° do de Nossa Senhora da Conceição do Jinso, etc. Era filho de Joaquim Ferreira Cabral Pais do Amaral e de Dona Luísa Adelaide de Sousa e Barros de Araújo Lozada Teixeira Homem, neto paterno de António Ferreira Cabral Pais do Amaral e de D. Ana Peregrina Máxima Ferreira de Sousa e Freitas e materno de Joaquim Teixeira de Barros de Morais de Araújo Lozada e de D. Maria Bárbara Damasceno de Sousa Pereira Coutinho Yeabra e Oca.

Filhos:

7 Dona Maria Amélia de Sousa e Barros de Sande e Castro N. 10-11-1887, Foz do Douro Senhora da Casa do Bairro Alto, Chaves, e da quinta de Santa Cruz, Casas Novas.

7 Francisco de Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem (segue n.º VII, neste Cap.)

7 António de Barros Ferreira Cabral N. 25-5-1891. Bacharel formado em Filosofia pela Universidade de Coimbra, Oficial de Artilharia pesada, tendo combatido em França durante a Grande Guerra no C. A. P. do C. E. P. Senhor da Casa dos Teixeira Homem, Chaves, e quinta de Nossa Senhora da Conceição do Jinso, C. 21-4-1919 c.

Dona Helena Wemans, N. Lisboa, filha de Alberto Wemans f 7-12-1938 e de Amélia Delpiano f 28-8-1939

Filhos:

8 Dona Maria Amélia Wemans de Sousa Barros N. 4-2-1920
8 Dona Ana Maria Benedita Wemans de Sousa Barros N. 4-12-1922
8 Manuel Teixeira Homem de Barros N. 27-1-1924
8 Dona Maria Leonor Wemans de Sousa Barros N. 29-4-1926


VII - Francisco de Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem N. 27-7-1889, Casa de Samaiões

Sucessor, bacharel formado em Direito pela Universidade de Coimbra, vogal da Comissão de História Militar, Presidente da C. I. do Museu Regional e Biblioteca Municipal de Chaves, da Academia Nacional de Heráldica e Genealogia, da Associação dos Arqueólogos, Presidente do Sindicato Agrícola de Chaves, da Delegação Distrital da Federação Nacional de Produtores de Trigo, etc. É insigne genealogista, grande competência em assuntos históricos.

C. 24-1-1921, Sé Nova de Coimbra, c. Dona Maria d'Assunção de Abreu Castelo Branco N. 17-8-1892, Fornos de Algodres filha de Manuel Nicolau de Abreu Castelo Branco Cardoso e Melo, 3.° Conde de Fornos de Algodres e de (sua 2.a mulher) Dona Maria d'Assunção de Almeida Correia de Sá, neta paterna de Alexandre de Abreu Castelo Branco Cardoso e Melo, 2 ° Conde de Fornos de Algodres e de Dona Maria Emília de Melo Mendonça Cisneiros Cardoso Homem de Abreu Magalhães e materna de José Correia de Sá e de (sua 1ª mulher) Dona Eugenia de Jesus Maria de Todos os Santos de Almeida Soares de Portugal Mascarenhas e Lancastre.

Filhos:

Manuel de Barros de Morais Lozada Teixeira Homem (segue sob n.º VIII, neste Cap.)

Dona Maria d'Assunção Luísa Adelaide de Sousa Barros de Abreu Castelo Branco
N. 1-11-1923, Casa de Samaiões, Chaves

Dona Maria Bárbara Ana Benedita de Sousa Barros de Abreu Castelo Branco
N. 21-8-1926, Casa de Samaiões, Chaves

Joaquim de Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem
N. 26-12-1927, Casa de Samaiões, Chaves

João de Barros de Morais Araújo Lozada
N. 23-3-1929, Casa de Samaiões, Chaves

António de Barros Ferreira Cabral Teixeira Homem
N. 13-4-1930, Casa de Samaiões, Chaves

Dona Eugenia de Jesus Maria de Sousa Barros de Abreu Castelo Branco
N. 15-8-1931, Casa de Samaiões, Chaves

Dona Luísa Adelaide Beatriz Agostinha de Sousa Barros de Abreu Castelo Branco
N. 19-9-1932, Casa de Samaiões, Chaves.


VIII - Manuel de Barros de Morais Lozada Teixeira Homem, N. 6-3-1922, Casa de Samaiões, Chaves

[adaptado a partir daqui]

Sucessor, licenciado em Ciências Sociais e Políticas pela Universidade de Lisboa, foi Administrador de Concelho em Angola, Inspector e posteriormente Delegado do Instituto de Trabalho em Angola. Grande cultura geral, em particular de Angola, Brasil e toda a História de Portugal.
C. 24-2-1953, Sá da Bandeira (Lubango) - Angola, c. Dona Maria Iolanda Seixal de Freitas Teixeira Homem N. 7-10-1930, Moçâmedes, filha de José Carlos de Freitas e de Cesaltina Seixal de Freitas, neta paterna de José Carlos de Freitas e de Avelina Sacramento de Freitas e materna de Manuel Viegas Seixal e de Leontina dos Anjos Almeida

 Filhos:

Francisco de Barros e Freitas Ferreira Cabral Teixeira Homem (segue sob n.º IX, neste Cap.)

José Carlos de Barros e Freitas Teixeira Homem
N. 21-07-1956, Sá da Bandeira (Lubango), Angola
Manuel Nicolau de Barros e Freitas Teixeira Homem
N. 19-3-1959, Lisboa
Maria da Conceição de Barros e Freitas Teixeira Homem
N. 25-1-1965, Lisboa
Maria Luísa de Barros e Freitas Teixeira Homem
N. 22-2-1969, Sá da Bandeira (Lubango), Angola


IX - Francisco de Barros e Freitas Ferreira Cabral Teixeira Homem, N. 13-11-1954, Sá da Bandeira (Lubango), Angola

Sucessor, licenciado, mestrado e doutoramento em Ciências do Desporto pela Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto, professor de Educação Física, actualmente Presidente do Conselho Geral da Escola Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima, em Aveiro

C. 26-11-1976, Gouveia, c. Dona Maria Madalena Mendes da Silva Teixeira Homem N. 13-7-1955, Gouveia, filha de Augusto Silva e de Aurora Mendes Paulo, neta paterna de (...) e materna de Eduardo Mendes e de Madalena Paulo Mendes


Filhos:

Maria Iolanda Mendes da Silva Teixeira Homem (segue sob n.º X, neste Cap.)
Nuno Miguel Mendes da Silva Teixeira Homem, mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Aveiro
N. 20-3-1985, Aveiro

X – Maria Iolanda Mendes da Silva Teixeira Homem, N. 21-8-1979, Gouveia

Licenciada em Educação Física pelo Instituto Superior da Maia
C. 26-11-2009, Aveiro, c. Ricardo Silva Melo Rodrigues N. 25-6-1975, Aveiro, filho de José Rodrigues e de Maria das Dores, neto paterno de (...) e materno de (...)

Filhos:

João Diogo de Melo Teixeira Homem (segue sob n.º XI, neste Cap.)

Carolina de Melo Teixeira Homem
N. 1-4-2012, Aveiro

XI – João Diogo de Melo Teixeira Homem
N. 22-11-2011, Aveiro




APRESENTAÇÃO DO LIVRO - FRANCISCO DE BARROS, SENHOR DA CASA DE SAMAIÕES


Tal como previsto decorreu, em clima de grande serenidade, a apresentação livro sobre um ilustre flaviense que amava a sua região, e a ela dedicou grande parte da sua vida em estudos históricos e arqueológicos, com diversos opúsculos de grande qualidade científica, no desenvolvimento e defesa da agricultura e pecuária, particularmente através do Sindicato Agrícola de Chaves de que foi presidente e associado, e na fundação de infraestruturas da cultura flaviense com destaque para o Museu e Biblioteca de Chaves de que foi fundador e director.

Grande parte dos presentes chegou a conhecê-lo e, antes de se dar início à cerimónia, foi enaltecendo as suas virtudes, contando algumas histórias conhecidas da sua forte personalidade, os seus ditos e escritos e toda a sua forma e maneira de ser e estar muito próprias e respeitadas por todos. Era uma personalidade que ainda hoje faria falta a Chaves, que a defenderia com todo o seu elevado grau de cultura e com a forma desassombrada como muitas vezes se dirigia às mais elevadas chefias e dirigentes em defesa intransigente dos interesses da sua terra.
A abertura da sessão esteve a cargo do vereador da Câmara Municipal de Chaves, arquitecto Carlos Augusto Castanheira Penas, a apresentação do livro e do autor foi feita pelo capitão Fernando Cantista Pizarro Bravo e os agradecimentos e algumas explicações sobre o livro e a personalidade da figura homenageada, esteve a cargo do seu neto varão, Francisco de Barros e Freitas Ferreira Cabral Teixeira Homem. A parte final da sessão foi dedicada a autógrafos do autor junto de todos aqueles que com ele quiseram partilhar esta iniciativa que embora singela foi uma homenagem sentida de um neto para o seu avô-herói.